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Mãe que matou filha de é levada para hospital psiquiátrico em MG

Davi Dias 3 de julho de 2025

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Hospital Psiquiátrico e Judiciário Jorge Vaz

Foto: Divulgação / Agência Minas

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A mulher que matou a filha de 7 anos em Leopoldina, na Zona da Mata, agora está internada no Hospital Psiquiátrico e Judiciário Jorge Vaz, em Barbacena. A transferência aconteceu na quarta-feira (2 de julho), após equipes do sistema prisional avaliarem a situação.

Ainda na terça-feira (1º de julho), dia do crime, as autoridades a encaminharam inicialmente para o presídio da cidade. No entanto, o destino final mudou após a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) determinar a remoção para a unidade psiquiátrica.

Polícia detalha a sequência dos fatos

Segundo a Polícia Militar, a mulher agiu com extrema violência. Primeiro, ela dopou a filha com um ansiolítico. Depois, asfixiou a menina e a golpeou com uma faca no peito e nos pulsos. O avô da criança a levou imediatamente até a Casa de Caridade Leopoldinense. Mesmo com a agilidade, os médicos não conseguiram reverter o quadro.

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Enquanto isso, equipes do SAMU atenderam a mulher. Ela também apresentava ferimentos, já que tentou tirar a própria vida após cometer o crime. No hospital, permaneceu sob escolta.

Mensagens revelaram intenção antes do crime

Por volta das 7h da manhã, o pai da menina procurou a polícia. Ele recebeu mensagens da ex-companheira ameaçando tirar a vida da criança. Embora a polícia tenha se mobilizado rapidamente, os agentes não chegaram a tempo.

Durante o atendimento, os militares descobriram outra informação perturbadora. A suspeita pediu à filha que dissesse ao pai que “iria para o mundo de Neves”. O significado da frase, no entanto, ainda não ficou claro.

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Além disso, a mulher publicou textos nas redes sociais. Essas mensagens serviram como uma espécie de despedida. Porém, o boletim de ocorrência não confirma se os posts ocorreram antes ou depois do assassinato.

Relacionamento conturbado motivou o crime

As investigações apontam que a mulher não aceitou o fim do relacionamento com o pai da menina. Esse fator, de acordo com os militares, teria motivado o crime. A tragédia abalou moradores de Leopoldina e também de outras cidades da região.

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