Em comemoração ao Mês da Pessoa Idosa, o Núcleo do Voluntariado (NV) do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) está promovendo visitas a Instituições de Longa Permanência para Pessoas Idosas (ILPIs), em Belo Horizonte.
Na quarta-feira (14/10), a ação ocorreu na instituição Recanto Feliz – São Francisco de Assis, localizada no bairro Betânia. A equipe do NV organizou um sarau de música e poesia, finalizado com lanche para as mulheres idosas que vivem na instituição.
A superintendente do NV/TJMG e da Coordenadoria do Voluntariado Transformador e da Política Judicial de Atenção a Pessoas em Situação de Vulnerabilidade Social Extrema (Covve) e coordenadora do Comitê Local da Política de Atenção a Pessoas em Situação de Rua do Poder Judiciário (Comitê PopRuaJud Minas Gerais), desembargadora Maria Luíza de Marilac Alvarenga Araújo, participou ativamente das atividades e lembrou das visitas dos anos anteriores:
“Viemos aqui, uma vez mais, para trazer um pouco de alegria e de amor. Com essa ação, o Tribunal firma, mais uma vez, o seu compromisso com a inclusão social, porque as pessoas idosas que vivem nessas instituições estão num momento de suas vidas em que precisam ainda mais de respeito e de carinho.”
A visita começou com poesia: a assistente de Direção Superior do TJMG Silvana Monteiro declamou poesias de clássicos da literatura brasileira, como Cecília Meireles, Olavo Bilac e Mario Quintana. Ela convidou as residentes a participarem e, da maneira que cada uma podia, foram citadas palavras. Algumas até cantaram, inspiradas pelas poesias.
No encerramento, o público recebeu um pequeno papel com a poesia “Coragem” do escritor mineiro João Guimarães Rosa: “O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.”
O colaborador Vitor Gonzaga, da Gerência de Controle de Bens e Serviços (Gecobes) do TJMG, animou o encontro, cantando e dançando junto com o público.
Marchinhas de Carnaval foram as músicas que fizeram mais sucesso, especialmente uma clássica da década de 1940, dos compositores Haroldo Lobo e Antônio Nássara:
“Allah-lá-ô, ô, ô, ô, ô, ô. Mas que calor, ô, ô, ô, ô, ô. Atravessamos o deserto do Saara. O sol estava quente e queimou a nossa cara. Viemos do Egito. E muitas vezes nós tivemos que rezar: Allah! Allah! Allah, meu bom Allah! Mande água pra ioiô Mande água pra iaiá Allah! meu bom Allah.”
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