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Brasil aprova proibição de testes com animais em cosméticos

Davi Dias 10 de julho de 2025

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Cães

Foto: Fábio Pozzebom / Agência Brasil

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A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (9 de julho de 2025), um projeto de lei que proíbe testes em animais vertebrados vivos no desenvolvimento de cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal. A proposta agora segue para sanção presidencial.

Mudança na lei elimina testes cruéis na indústria de beleza

A nova legislação modifica a Lei nº 11.794/2008, que trata do uso científico de animais. A partir da publicação da mudança, nenhuma empresa poderá utilizar dados obtidos por meio de testes com animais para registrar novos produtos dessas categorias.

Além disso, o texto estabelece regras claras sobre o que pode ou não constar nos rótulos dos produtos. A partir de agora, frases como “não testado em animais” e “livre de crueldade” estarão proibidas, caso o fabricante tenha recorrido a testes com animais, mesmo que por exigência externa.

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Exceções só valerão com justificativa documentada

O projeto prevê exceções. No entanto, essas exceções se aplicam apenas quando a testagem for exigida por normas que não estejam relacionadas à área cosmética. Mesmo assim, a empresa terá que apresentar documentos que comprovem o objetivo técnico do teste, impedindo o uso indevido da brecha legal.

Essa exigência garante mais transparência e responsabilidade por parte das marcas, além de proteger o consumidor de possíveis propagandas enganosas.

Produtos antigos continuam no mercado

A regra valerá somente para novos testes realizados após a publicação da lei. Por isso, empresas ainda poderão comercializar produtos que tenham passado por testagens anteriores, desde que dentro das normas da época.

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Essa decisão permite que os fabricantes esgotem os estoques sem prejuízos imediatos, mas ao mesmo tempo, obriga uma mudança definitiva nos processos futuros.

Ciência e tecnologia oferecem caminhos mais éticos

Segundo o relator da proposta, deputado Ruy Carneiro (Podemos-PB), a ciência já fornece alternativas eficazes para substituir os testes com animais. Métodos como bioimpressão 3D, modelos computacionais, organoides e culturas celulares vêm ganhando espaço nos centros de pesquisa.

De acordo com o parlamentar, manter os testes com animais significa ignorar avanços tecnológicos e retroceder nos princípios éticos. Por isso, ele acredita que essa aprovação coloca o Brasil na direção certa.

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“A nova lei protege os animais e, ao mesmo tempo, estimula a inovação na indústria”, concluiu Carneiro.

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