A Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) mantém um serviço gratuito voltado ao diagnóstico e tratamento de lesões e doenças que afetam a boca e regiões próximas. A iniciativa recebe pacientes com diferentes alterações orais e realiza avaliação especializada para definir a melhor conduta em cada caso.
Além disso, o projeto “Serviço de Estomatologia: diagnóstico e tratamento” atende pessoas que apresentam feridas que não cicatrizam, manchas, nódulos, alterações de coloração, lesões dolorosas e outras condições relacionadas à saúde bucal. Dessa forma, a equipe oferece acompanhamento desde a investigação inicial até o tratamento indicado.
Atendimento acontece semanalmente
Os atendimentos ocorrem sempre às segundas-feiras, a partir das 17h, na Clínica Verde da Faculdade de Odontologia da UFJF, localizada na Rua José Lourenço Kelmer, s/n, no campus da universidade, no Bairro São Pedro.
Em média, o projeto realiza entre 10 e 15 atendimentos por semana. Além das consultas clínicas, a equipe executa exames, biópsias e procedimentos preventivos, curativos e cirúrgicos. Também disponibiliza terapia de fotobiomodulação, técnica que utiliza laser ou luz de LED para auxiliar no controle da dor e da inflamação.
O projeto está próximo de completar dez anos de funcionamento.
Como solicitar o atendimento
Os pacientes podem buscar o serviço de duas maneiras. A primeira exige encaminhamento. Nesse caso, basta procurar o setor de Acolhimento da Faculdade de Odontologia da UFJF e entregar a guia para avaliação da equipe de Estomatologia.
Por outro lado, quem não possui encaminhamento pode entrar em contato diretamente com o projeto pelo WhatsApp, no número (32) 98465-6132. Após receber as informações sobre o caso, a equipe analisa a situação e, quando necessário, agenda a consulta inicial.
O atendimento é gratuito e está disponível para moradores de Juiz de Fora, cidades da região e municípios próximos do estado do Rio de Janeiro.
Condições avaliadas pelo projeto
Entre os casos atendidos estão doenças ósseas, síndrome da boca ardente, câncer de cabeça e pescoço, complicações bucais provocadas por quimioterapia e radioterapia, boca seca, alterações nas glândulas salivares, mau hálito, condições relacionadas à baixa imunidade, além de lesões dolorosas, manchas, feridas, nódulos, alterações de coloração e aumentos de volume na face.
Além do atendimento aos pacientes, o projeto desenvolve pesquisas sobre doenças bucais e atua em parceria com a Liga Acadêmica de Prevenção do Câncer de Boca (LapCab).
