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Suspeito de matar companheira por estrangulamento é indiciado por feminicídio em Juiz de Fora

Investigação da Polícia Civil foi concluída e o procedimento será analisado pelo Ministério Público de Minas Gerais para definição dos próximos passos do caso.

Apuração editorial: JF Informa Política de correções →
Foto: Davi Dias
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O homem preso por suspeita de matar a companheira em Juiz de Fora foi indiciado pela Polícia Civil pelo crime de feminicídio. A conclusão da investigação ocorreu na última sexta-feira (10). Agora, o procedimento segue para análise do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que decidirá se apresenta denúncia à Justiça.

Investigação foi concluída

O crime aconteceu na madrugada de 2 de julho, em um apartamento localizado na Rua Ouro Fino, no bairro Bonfim. No imóvel, a mulher, de 30 anos, foi encontrada sem vida sobre um colchão.

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De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), o socorro foi acionado após a mãe do suspeito receber uma ligação do filho. Durante a conversa, ele afirmou que havia matado a companheira.

Em seguida, os militares localizaram o homem na casa da mãe dele, no bairro Bairu, onde efetuaram a prisão.

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Suspeito permanece preso

Segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), o investigado foi encaminhado ao Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) de Juiz de Fora, onde permanece preso.

Ainda conforme as informações do processo, a defesa do suspeito está sob responsabilidade da Defensoria Pública. O órgão informou que não comenta decisões judiciais.

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Relato apresentado aos policiais

Durante o atendimento da ocorrência, o homem declarou aos policiais que passou a madrugada com a companheira. Segundo o relato, ambos consumiram bebidas alcoólicas e drogas.

Ainda conforme a versão apresentada por ele, os dois discutiram por ciúmes relacionados a uma suposta traição envolvendo o ex-companheiro da mulher. Na sequência da discussão, ele afirmou ter cometido o estrangulamento.

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O processo tramita em segredo de Justiça. Enquanto isso, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) analisará o inquérito para decidir sobre o oferecimento da denúncia.

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