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Bolsonaro admite ter mostrado minuta a militar

Davi Dias 11 de junho de 2025

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Bolsonaro admite ter mostrado minuta a militar

Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) depôs na terça-feira (10 de junho) ao ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele se tornou o principal alvo do inquérito que investiga uma suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Durante a oitiva, Bolsonaro respondeu sobre reuniões, documentos e propostas que colocaram seu nome no centro da crise institucional.

Ex-presidente fala sobre estado de sítio e minuta

Ao ser questionado, Bolsonaro admitiu que discutiu o estado de sítio com aliados após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negar um pedido do PL para anular parte dos votos. O partido, inclusive, foi multado por litigância de má-fé. Segundo ele, a proposta surgiu dentro de um debate constitucional, mas acabou descartada rapidamente.

“Conversamos sobre hipóteses constitucionais. Nada foi assinado”, afirmou. Em seguida, completou: “Abandonamos qualquer ideia nesse sentido. Enfrentamos o fim do nosso governo da forma que deu”.

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Moraes pressiona sobre minuta e Mauro Cid

Ao tratar da minuta que sugeria prender autoridades e anular o resultado eleitoral, Bolsonaro negou ter escrito ou modificado o documento. Essa versão contradiz a delação do ex-ajudante de ordens, Mauro Cid, que declarou que o então presidente “enxugou” o texto.

“Eu não enxuguei nada. Nunca tratei de minuta golpista fora do que prevê a Constituição. A palavra ‘minuta’ virou sinônimo de conspiração, mas não se encaixa no que aconteceu”, rebateu Bolsonaro.

Ainda assim, o ex-presidente reconheceu ter recebido o documento e discutido sugestões, inclusive em reuniões com os comandantes das Forças Armadas. Ele insistiu que agiu sempre dentro da legalidade. “Jamais cogitamos agir fora da lei ou da Constituição”, declarou.

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Forças Armadas e alertas jurídicos

Durante o depoimento, Bolsonaro confirmou ter falado com os comandantes das Forças Armadas sobre o tema. Entretanto, negou qualquer clima de insubordinação. Disse, inclusive, que jamais sofreu ameaça de prisão por parte do comandante da Aeronáutica, como sugeriram delações.

O general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, também foi citado. Segundo Bolsonaro, ele apenas fez um alerta técnico e jurídico, sem ameaças.

Críticas às urnas e desculpas aos ministros

Moraes então questionou diretamente sobre a alegada fraude nas urnas. Bolsonaro respondeu que sempre defendeu o voto impresso e que usou uma retórica crítica desde a época em que era deputado. “Nunca tive provas, era um desabafo”, afirmou.

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Sobre a reunião ministerial de julho de 2022, em que afirmou que ministros do TSE teriam recebido propina, Bolsonaro pediu desculpas. “Falei por impulso. Peço desculpas aos ministros Moraes, Barroso e Fachin.”

Reunião com embaixadores e live sobre fraude

O ministro também abordou a reunião com embaixadores, em julho de 2022. Foi esse evento que levou Bolsonaro à inelegibilidade até 2030. Em sua defesa, ele disse que o objetivo era apenas alertar sobre o sistema eleitoral.

“Talvez eu tenha exagerado na forma, mas a intenção sempre foi alertar, não desacreditar”, explicou. Ele também comentou a live de 2021, considerada pela PGR como o início da tentativa de golpe. “Quis alertar para melhorar o processo. Se fosse mais confiável, essa crise não teria acontecido.”

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Bolsonaro nega tentativa de interferência

Outro ponto abordado foi a acusação de que Bolsonaro tentou pressionar o então ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, para incluir suspeitas no relatório das Forças Armadas. Bolsonaro negou. “Nunca pressionei ninguém. Ele elaborou o relatório com base técnica, e eu apenas concordei.”

Pós-eleição e atos de 8 de janeiro

Sobre o período após a derrota nas urnas, Bolsonaro disse que se isolou por escolha pessoal. Ele não passou a faixa presidencial por receio de ser vaiado. “Não havia mais o que fazer. Aceitamos o resultado”, afirmou.

Em relação ao 8 de janeiro, negou envolvimento. Disse que não desmontou os acampamentos por receio de migração dos manifestantes para a Praça dos Três Poderes. “Foi baderna. Não houve golpe, nem comando, nem armas. Faltava tudo.”

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Discurso encontrado e conversa com hacker

A Polícia Federal encontrou em sua sala um discurso com trechos que defendiam medidas como Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e estado de sítio. Bolsonaro afirmou que o documento veio do inquérito e que não o redigiu. “Meu advogado me enviou esse texto. Não fui eu quem escreveu.”

Por fim, Bolsonaro confirmou que se reuniu com a deputada Carla Zambelli e o hacker Walter Delgatti Neto. Disse, no entanto, que não confiou nele e o encaminhou à Comissão de Transparência Eleitoral. “Nunca mais falei com ele.”

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