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Ministro descarta horário de verão em 2024 e avalia retorno para 2025

Davi Dias 16 de outubro de 2024

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou nesta quarta-feira (16 de outubro) que o horário de verão não será retomado em 2024.

Apesar de discussões recentes e recomendações de comitês, o governo decidiu que não há necessidade da medida neste momento, mas estuda a possibilidade de implementação em 2025.

Durante uma reunião com o Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), Silveira explicou que o cenário atual, embora ainda frágil, mostra sinais de recuperação nas condições hídricas e de segurança energética. “Não precisamos adotar o horário de verão para este verão, mas a ideia segue em pauta para uma avaliação mais detalhada no futuro”, destacou o ministro.

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O retorno da política, que foi interrompida em 2019 pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, tem sido objeto de discussões técnicas e econômicas. De acordo com o ministro, a decisão de adotar ou não o horário de verão deve levar em conta diversos fatores, como o impacto positivo na geração de energia solar e eólica e a redução do uso de usinas térmicas, que são mais caras e poluentes.

Silveira ressaltou a importância de uma avaliação cuidadosa: “O horário de verão tem efeitos no setor elétrico e na economia, não deve ser tratado de maneira política, mas sim com base em dados precisos”.

Embora o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) tenha sugerido a retomada da medida ainda em 2024, o ministério decidiu que a melhoria no volume de chuvas e a estabilização dos reservatórios de hidrelétricas tornaram desnecessário o ajuste dos relógios este ano. Além disso, a adoção imediata da medida poderia prejudicar setores como a aviação, que necessitariam de mais tempo para ajustar suas operações.

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Nos últimos anos, o debate sobre a volta do horário de verão se intensificou, especialmente pelo potencial de otimização da energia renovável. Contudo, com mudanças no padrão de consumo da população e avanços tecnológicos, a medida passou a ser questionada, levando à sua suspensão em 2019.

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