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Fiscalização faz 483 ações para reforçar segurança de marquises em Juiz de Fora

Ações incluem diligências, intimações, notificações, autuações e interdições

Apuração editorial: JF Informa Política de correções →
Foto: Divulgação / Prefeitura
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A segurança das marquises entrou no foco da Fiscalização da Secretaria de Desenvolvimento Urbano com Participação Popular (Sedupp) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF). Ao longo de 2026, o setor realizou 483 ações relacionadas a essas estruturas no município.

O trabalho busca verificar o cumprimento da legislação municipal. Além disso, a fiscalização procura contribuir para a segurança de pedestres e frequentadores das áreas urbanas.

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Do total registrado, 207 ações correspondem a diligências fiscais. Outros 211 casos resultaram em termos de intimação. A equipe também emitiu 31 autos de notificação, 24 autos de infração e 10 autos de interdição.

Laudo estrutural é responsabilidade dos proprietários

A PJF esclarece que a Fiscalização não faz a avaliação técnica das marquises. Conforme a Lei Municipal nº 15.081/2025, essa responsabilidade cabe aos proprietários ou possuidores dos imóveis.

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Para isso, eles precisam apresentar o Laudo de Integridade Estrutural. Um profissional legalmente habilitado deve elaborar o documento, que tem validade de dois anos. Depois desse período, o responsável precisa providenciar uma nova avaliação.

Além disso, os autos de infração podem ocorrer quando o responsável não apresenta o laudo ou deixa de cumprir as intervenções indicadas pelo profissional responsável.

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Irregularidades podem gerar novas medidas

Durante as ações, os fiscais podem identificar visualmente sinais que indiquem uma possível situação de risco. Nesse caso, a equipe verifica se o imóvel possui o laudo dentro do prazo de validade.

Quando o responsável não apresenta o documento, a fiscalização determina a regularização. Porém, se a situação continuar irregular, o responsável pode receber novas medidas administrativas. Entre elas estão a autuação e a interdição da marquise.

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Por outro lado, o laudo também pode apontar a necessidade de reparos. Nessa situação, o responsável recebe um prazo para realizar as adequações indicadas.

Caso ele não cumpra a determinação, a fiscalização pode aplicar novas autuações. Além disso, a marquise pode sofrer interdição.

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Manutenção deve continuar entre as avaliações

Manter o laudo atualizado não elimina a necessidade de acompanhar as condições da estrutura. Por isso, a PJF também destaca a importância da manutenção preventiva contínua.

Mesmo com um parecer favorável, os proprietários devem realizar inspeções periódicas. Dessa forma, podem identificar alterações que apareçam entre uma avaliação técnica e outra.

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Entre os problemas que podem surgir estão infiltrações, corrosão de ferragens, fissuras, trincas e desprendimento de revestimentos. Esses sinais podem comprometer a segurança da marquise.

Por isso, os responsáveis devem acompanhar regularmente as estruturas. Ao identificar sinais de deterioração, também precisam providenciar os reparos necessários.

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Assim, o trabalho da Fiscalização de Posturas busca garantir o cumprimento das regras municipais. Ao mesmo tempo, a atuação procura prevenir acidentes e ampliar a segurança da população.

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