Foto: Reprodução / Redes Sociais
A cultura de Juiz de Fora perdeu um de seus nomes mais relevantes. Isso porque Marcos Petrillo morreu aos 67 anos no domingo (26 de abril), na cidade de Palma, localizada na Zona da Mata mineira. No entanto, a causa da morte não foi divulgada.
Ao longo da trajetória, Petrillo atuou como produtor cultural, além de desenvolver trabalhos como escritor e pesquisador da música popular brasileira. Dessa forma, ele construiu uma carreira ligada diretamente ao fortalecimento da cena artística local.
Atuação na cena musical
Principalmente a partir da década de 1980, Marcos Petrillo passou a exercer papel importante na consolidação do rock em Juiz de Fora. Além disso, ele contribuiu para o crescimento da música autoral na cidade, já que participou da produção de festivais culturais que marcaram época.
Por isso, o nome dele se tornou referência no meio artístico local, especialmente entre músicos e produtores culturais.
Nota da Funalfa destaca legado
Em nota oficial, a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa) lamentou a morte e ressaltou a importância de Petrillo para a cultura da cidade:
“A cultura de Juiz de Fora se despede de um de seus grandes nomes. Visionário, ele esteve à frente da produção de festivais que marcaram época e ajudaram a abrir caminhos para a música autoral local, antes mesmo da popularização de grandes eventos do gênero no país”.
Além disso, a fundação destacou que a trajetória dele recebeu reconhecimento ainda em vida, inclusive com a produção de um documentário em homenagem ao produtor cultural.
“A Funalfa manifesta pesar pela perda e se solidariza com familiares, amigos e todos que foram tocados por sua história. Marcos Petrillo deixa um legado que seguirá ecoando na memória e na música de Juiz de Fora”.
Sepultamento
O sepultamento ocorreu na manhã desta segunda-feira (27 de abril), em Palma, cidade onde Marcos Petrillo nasceu.