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Taxa de desemprego cresce em fevereiro, mas segue no menor nível histórico do período

Davi Dias 27 de março de 2026

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Carteira de trabalho - Reprodução

Foto: Reprodução

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O Brasil registrou taxa de desemprego de 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (27 de março) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Embora o índice tenha subido em relação ao trimestre anterior, quando marcou 5,2%, o resultado ainda representa o menor nível para períodos encerrados em fevereiro desde o início da série histórica.

Além disso, o levantamento também mostrou que o cenário atual permanece melhor do que o observado no mesmo período do ano passado. Na ocasião, a taxa chegou a 6,8%. Portanto, mesmo com a alta recente, o desempenho indica uma evolução positiva no comparativo anual.

No mesmo intervalo, o país contabilizou 102,1 milhões de pessoas ocupadas. Por outro lado, 6,2 milhões de brasileiros buscavam uma vaga de trabalho. Em comparação, no trimestre anterior, encerrado entre setembro e novembro de 2025, esse número era menor e totalizava 5,6 milhões.

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Entretanto, o número de trabalhadores ocupados caiu no período mais recente. Segundo o IBGE, houve redução de 874 mil postos de trabalho na comparação com o trimestre encerrado em novembro. De acordo com o instituto, esse movimento ocorreu principalmente devido à diminuição de vagas nas áreas de saúde, educação e construção.

Ainda assim, a coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy, explicou que esse comportamento segue um padrão sazonal. Ou seja, trata-se de um efeito comum nesta época do ano. Segundo ela, muitos contratos temporários, especialmente no setor público, chegam ao fim na virada do ano, o que impacta diretamente o nível de ocupação.

Rendimento atinge maior valor da série

Apesar da elevação na taxa de desocupação, o rendimento médio do trabalhador avançou e alcançou o maior patamar já registrado. No trimestre encerrado em fevereiro, o valor chegou a R$ 3.679.

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Em comparação com o trimestre anterior, o crescimento foi de 2%. Já na análise anual, o aumento atingiu 5,2%. Esse valor já considera o desconto da inflação, o que reforça o ganho real no período.

Segundo Adriana Beringuy, esse avanço ocorre devido à forte demanda por trabalhadores. Além disso, ela destacou a ampliação da formalização, principalmente nos setores de comércio e serviços.

Outros dados do mercado de trabalho

Além dos principais indicadores, a pesquisa trouxe outros pontos relevantes. O número de empregados com carteira assinada no setor privado ficou em 39,2 milhões. Esse resultado permaneceu estável tanto em relação ao trimestre anterior quanto na comparação anual.

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Enquanto isso, o total de trabalhadores por conta própria chegou a 26,1 milhões. O número não variou entre trimestres consecutivos. No entanto, apresentou crescimento de 3,2% frente ao mesmo período de 2025, o que representa um aumento de 798 mil pessoas.

Já a taxa de informalidade ficou em 37,5% da população ocupada, equivalente a 38,3 milhões de trabalhadores. Esse índice caiu levemente em relação ao trimestre anterior, quando estava em 37,7%.

Como o IBGE realiza a pesquisa

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua considera pessoas a partir de 14 anos e analisa diferentes formas de ocupação, incluindo empregos formais, informais, temporários e trabalho por conta própria.

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Além disso, o levantamento considera como desocupadas apenas as pessoas que procuraram emprego nos 30 dias anteriores à pesquisa. Para garantir os dados, o IBGE visita cerca de 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

Por fim, o instituto também relembrou os extremos da série histórica. A maior taxa já registrada foi de 14,9%, durante a pandemia, nos trimestres encerrados em setembro de 2020 e março de 2021. Já o menor índice foi de 5,1%, no quarto trimestre de 2025.

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