Foto: Divulgação / Polícia Civil
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, na terça-feira (3 de fevereiro), um homem de 37 anos, proprietário de uma tabacaria localizada em um shopping center no Centro de Juiz de Fora, na região da Zona da Mata Mineira. A ação resultou na apreensão de drogas sintéticas, cocaína e materiais utilizados para a comercialização de entorpecentes.
Monitoramento nas redes sociais deu início à investigação
As investigações começaram após o Núcleo de Inteligência Policial da Delegacia Regional de Juiz de Fora realizar o monitoramento estratégico de redes sociais.
Durante a análise de conteúdos públicos, os policiais civis identificaram publicações suspeitas vinculadas ao perfil do estabelecimento. Além disso, os materiais exibiam itens comumente associados ao consumo de substâncias ilícitas.
Suspeito já possuía registros anteriores
Com o avanço das apurações, a PCMG constatou que o proprietário da tabacaria possuía registros criminais anteriores relacionados ao tráfico de drogas sintéticas e ao cloreto de etila.
A substância é conhecida popularmente como lança-perfume ou loló.
Buscas no comércio confirmaram os indícios
Diante dos elementos levantados, a equipe realizou buscas no estabelecimento comercial.
No local, os policiais encontraram drogas sintéticas, cocaína e materiais usados na comercialização de entorpecentes.
Mais drogas foram encontradas na residência
Em seguida, os policiais civis se deslocaram até a residência do suspeito, após ele informar que armazenava o restante do material no imóvel.
Durante a ação, a equipe apreendeu comprimidos de ecstasy, MDMA em cristais, cocaína, cloreto de etila, uma balança de precisão com resquícios de substâncias e grande quantidade de invólucros plásticos utilizados para embalar drogas.
Além disso, os agentes recolheram dinheiro e um celular.
Homem foi preso em flagrante
Após a operação, o homem recebeu autuação em flagrante por tráfico de drogas.
Logo depois, os policiais o encaminharam ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
As investigações seguem em andamento para apurar possíveis conexões com outros envolvidos e a extensão da atividade criminosa.