Foto: Divulgação / PCMG
A Polícia Civil de Minas Gerais apreendeu cerca de 79 mil litros de bebidas alcoólicas irregulares durante mais uma etapa da Operação Baco. A ação ocorreu entre quarta-feira (10 de dezembro) e quinta-feira (11 de dezembro) e reuniu órgãos estaduais e federais. A iniciativa buscou interromper a circulação de produtos fora das normas e reduzir riscos à saúde da população.
Além disso, a operação também mirou possíveis fraudes tributárias e falhas sanitárias. Por isso, as fiscalizações concentraram esforços tanto na origem quanto na comercialização das bebidas. As investigações seguem em andamento.
Operação Baco mira produção e comércio irregulares
A Operação Baco integra uma estratégia coordenada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública. O foco principal recai sobre a produção, a distribuição e a venda de bebidas alcoólicas sem controle adequado. Dessa forma, o trabalho tenta impedir adulterações e outras práticas ilegais.
Segundo os órgãos envolvidos, bebidas fora do padrão podem causar danos graves à saúde. Além disso, o comércio irregular gera prejuízos fiscais. Portanto, a fiscalização atua de forma preventiva e repressiva.
Fiscalizações ocorreram em BH e região metropolitana
Nesta fase da operação, seis estabelecimentos passaram por inspeções em Belo Horizonte e na região metropolitana. As equipes verificaram documentação, procedência e condições sanitárias dos produtos encontrados nos locais.
Ao mesmo tempo, agentes do Departamento Estadual de Combate à Corrupção e a Fraudes deram suporte operacional. Eles também ficaram responsáveis por adotar medidas em casos de flagrante. Assim, a Polícia Civil garantiu segurança e apoio técnico durante toda a ação.
Material apreendido passará por análise técnica
Durante as fiscalizações, o Ministério da Agricultura e Pecuária recolheu bebidas alcoólicas de diferentes tipos. Todo o material apreendido seguirá para análises laboratoriais. Os testes vão verificar possíveis adulterações, irregularidades sanitárias e ausência de procedência comprovada.
Depois disso, os laudos técnicos serão encaminhados à Polícia Civil. Com base nesses resultados, as autoridades poderão aprofundar as apurações. Portanto, novas medidas não estão descartadas.