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Homem é indiciado por tortura e cárcere privado após agressões graves em Juiz de Fora

Davi Dias 2 de dezembro de 2025

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viatura Polícia Civil - por João Gabriel

Foto: João Gabriel

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito na segunda-feira (1º de dezembro) após analisar as agressões cometidas por um homem, de 53 anos, contra a companheira, de 46. O caso ocorreu no dia 23 de novembro, em Juiz de Fora, depois que o casal saiu de uma festa. Desde o início, os investigadores reuniram diversos depoimentos e, portanto, reconstruíram a dinâmica da violência de maneira detalhada.

A vítima sofreu mutilação permanente

Segundo a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), o homem atacou a mulher movido por ciúmes. O comportamento violento cresceu rapidamente naquela noite e, assim, ele restringiu a liberdade da vítima e a agrediu de forma extrema. As agressões resultaram em lesões graves, incluindo uma mutilação permanente, já que ele mordeu, arrancou e engoliu parte da boca da mulher. O episódio gerou intenso sofrimento físico e emocional, além de reforçar a brutalidade presente no caso.

Delegada destaca a gravidade da violência

Durante a conclusão do inquérito, a delegada responsável explicou que a mulher enfrentou sofrimento intenso e constante. Segundo ela, a vítima não conseguiu se defender porque teve a liberdade restringida enquanto vivia ameaças e violência contínua. Além disso, a delegada ressaltou que a mutilação demonstra um comportamento desumanizado, já que o agressor tratou o corpo da vítima como se fosse propriedade dele. Dessa forma, ela reforça que nenhum ciúme ou conflito justifica agressões.

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Caso é concluído durante os 21 Dias de Ativismo

A finalização do inquérito ocorreu durante os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher. Esse período estimula denúncias e incentiva ações de proteção, e, por isso, a delegada aproveitou para reforçar a necessidade de buscar ajuda diante de qualquer sinal de violência. A população pode registrar denúncias em unidades policiais, além dos números 190, 197, 180 e 181. A Delegacia Virtual também permanece disponível para registros formais.

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