Foto: Reprodução / PCMG
A Polícia Civil de Minas Gerais incinerou, na terça-feira (25 de novembro), duas toneladas de drogas apreendidas em operações realizadas em diferentes regiões do estado. A incineração ocorreu em Divinópolis e reuniu equipes especializadas do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico. Além disso, outras unidades da corporação participaram da ação, o que ampliou a força do trabalho integrado.
As apreensões ocorreram ao longo de meses. Por isso, a operação reuniu substâncias de diversas investigações que miraram grupos envolvidos no tráfico. Cada etapa exigiu estratégias de inteligência e, dessa forma, permitiu que as equipes retirassem grandes quantidades de entorpecentes das mãos de organizações criminosas.
Ação integrada garante segurança no processo
A incineração seguiu normas rigorosas, e a equipe responsável acompanhou todas as fases. Assim, o procedimento evitou riscos ambientais e garantiu que o material fosse destruído de forma definitiva. Enquanto isso, técnicos da instituição monitoraram a operação para assegurar que nenhuma droga retornasse ao ciclo ilegal.
O trabalho se destacou pela cooperação entre órgãos parceiros. Consequentemente, a ação reforçou a importância da união entre forças de segurança no enfrentamento ao tráfico. Além disso, esse modelo integrado acelera resultados e facilita o cumprimento de etapas complexas, como o transporte e a eliminação das substâncias.
Delegado destaca impacto no crime organizado
O delegado Rodrigo Bustamante, chefe do Denarc, afirmou que a destruição das drogas produz efeito imediato nas organizações criminosas. Segundo ele, a incineração retira do mercado ilegal um grande volume de entorpecentes e, portanto, reduz o lucro dos grupos envolvidos no tráfico. Além disso, impede que essas substâncias retornem às ruas e alimentem atividades ilícitas em várias regiões do estado.
Bustamante ressaltou ainda que a Polícia Civil segue com ações contínuas. Por isso, novas incinerações devem acontecer nos próximos meses. A corporação pretende intensificar operações estratégicas, que contam com inteligência e apoio de outros órgãos, para enfraquecer a estrutura criminosa em Minas Gerais. Assim, a instituição quer manter a pressão sobre o tráfico e ampliar a segurança da população.