Foto: Divulgação / PCMG
O delegado regional de Juiz de Fora, Bruno Wink, da Polícia Civil de Minas Gerais, afirmou que não há sinais de migração de criminosos para a cidade após a megaoperação realizada nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (28 de outubro). A operação envolveu 2,5 mil agentes, resultou em 64 mortes e gerou preocupações sobre a movimentação de facções criminosas para outras regiões, incluindo Juiz de Fora.
“Estamos em contato constante com as autoridades do Rio de Janeiro. Até agora, não encontramos qualquer evidência de que criminosos estejam se deslocando para nossa cidade. A migração ocorre internamente dentro do Rio, mas a segurança em Juiz de Fora permanece firme e monitorada”, destacou o delegado Wink.
Monitoramento contínuo e ações preventivas
Mesmo com a situação no Rio, Juiz de Fora não está em alerta máximo. As forças de segurança reforçaram o patrulhamento, principalmente nas principais vias de acesso e nas áreas de maior risco. Além disso, a Polícia Civil de Minas Gerais intensificou sua colaboração com outras forças estaduais e municipais. O trabalho de inteligência continua sendo uma prioridade.
“Nosso esforço é garantir a tranquilidade da população de Juiz de Fora. Embora o Rio esteja enfrentando uma migração interna de facções, não há indícios de que isso represente ameaça para nossa cidade”, afirmou Wink.
Situação no Rio de Janeiro
A megaoperação no Rio de Janeiro, uma das maiores da história do Estado, resultou em confrontos intensos entre criminosos e forças de segurança. Durante a ação, moradores das áreas afetadas relataram barricadas, tiroteios pesados e ataques com drones. Quatro policiais perderam a vida durante a operação, que também resultou na prisão de 81 pessoas.
Embora a migração interna de facções criminosas seja evidente no Rio, a Polícia Civil de Minas Gerais segue atenta e sem registro de qualquer movimentação para Juiz de Fora. A vigilância continua intensificada, e as forças locais mantêm a segurança sob controle.
Confira todos os detalhes do caso: