Foto: João Gabriel
Juiz de Fora alcançou 567.730 moradores em 2025, segundo estimativas divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (28 de agosto). O número representa um crescimento de 0,34% em relação ao ano anterior, quando a cidade registrava 565.764 habitantes.
Os dados consideram a população até 1º de julho de 2025 e foram publicados no Diário Oficial da União. Com esse aumento, Juiz de Fora permanece como a quarta cidade mais populosa de Minas Gerais, atrás apenas de Belo Horizonte (2.415.872), Uberlândia (761.835) e Contagem (651.718).
Ranking das cidades da Zona da Mata e Campo das Vertentes
Na região, Barbacena aparece como a segunda mais populosa, com 129.695 moradores, seguida por Muriaé, Ubá, São João del Rei e Viçosa. Por outro lado, algumas cidades apresentaram queda populacional, como Cataguases e Santos Dumont, que tiveram reduções de 0,20% e 0,40%, respectivamente.
| Cidade | 2024 | 2025 | Crescimento (%) |
|---|---|---|---|
| Juiz de Fora | 565.764 | 567.730 | 0,34% |
| Barbacena | 129.630 | 129.695 | 0,05% |
| Muriaé | 108.161 | 108.447 | 0,26% |
| Ubá | 107.222 | 107.423 | 0,18% |
| São João del Rei | 94.062 | 94.468 | 0,43% |
| Viçosa | 79.221 | 79.517 | 0,37% |
| Cataguases | 67.872 | 67.732 | -0,20% |
| Leopoldina | 52.696 | 52.739 | 0,08% |
| Santos Dumont | 43.392 | 43.218 | -0,40% |
| Visconde do Rio Branco | 40.608 | 40.711 | 0,25% |
População brasileira e projeções
O Brasil contabiliza atualmente cerca de 213,4 milhões de habitantes. São Paulo segue como o estado mais populoso, com 46.081.801 pessoas, seguido por Minas Gerais (21.393.441) e Rio de Janeiro (17.223.547). Roraima apresenta o menor contingente populacional, com 738.772 moradores.
Apesar do aumento atual, o IBGE projeta que a população brasileira começará a reduzir a partir de 2042, antecipando em seis anos a previsão anterior. Enquanto o Censo realiza a contagem direta de pessoas e domicílios, as estimativas consideram nascimentos, mortalidade e migração. Esses números auxiliam na formulação de políticas públicas e na definição de repasses do Tribunal de Contas da União (TCU) aos municípios e estados.