Foto: João Gabriel
Os ônibus começaram a rodar novamente em Juiz de Fora por volta das 18h50 desta quinta-feira (24 de julho). A paralisação-relâmpago, que se relaciona diretamente à campanha salarial dos rodoviários, teve início no começo da tarde, na Avenida Rio Branco, e afetou diversas linhas. Durante o movimento, passageiros enfrentaram longas filas, atrasos significativos e muita confusão nos pontos.
Prefeitura cobra retorno imediato do transporte
Logo que soube da paralisação, a Prefeitura de Juiz de Fora reagiu rapidamente. A Secretaria de Mobilidade Urbana (SMU) notificou as empresas responsáveis e cobrou a retomada imediata do serviço. Além disso, o Executivo destacou que o transporte coletivo exerce função essencial para a cidade. Por isso, prometeu acompanhar a situação de perto, a fim de evitar novos transtornos para os usuários.
Além disso, a SMU confirmou que o protesto estava diretamente ligado à negociação salarial dos motoristas.
Consórcio aponta irregularidades na paralisação
O Consórcio Via JF classificou o movimento como irregular. Segundo a empresa, três falhas legais marcaram a paralisação:
- Primeiro, não houve aviso prévio de 72 horas;
- Além disso, a frota circulou abaixo dos 30% exigidos;
- Por fim, o serviço essencial foi interrompido sem aviso ou planejamento.
Entretanto, apesar da tensão, as negociações continuam abertas. A próxima reunião, que contará com a mediação do Ministério do Trabalho, deve tratar do índice de reajuste que motivou o impasse.
Apesar da retomada, acordo segue em aberto
O transporte coletivo já voltou a circular, porém ainda não há confirmação sobre os termos que levaram a esse retorno.