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A cantora Preta Gil morreu neste domingo (20 de julho), aos 50 anos, durante o tratamento contra o câncer nos Estados Unidos. Ela faleceu em casa, após enfrentar uma piora repentina em seu estado de saúde.
Na quarta-feira (16 de julho), Preta se dirigiu à clínica para mais uma sessão de quimioterapia. No entanto, ao chegar, sentiu-se mal. Imediatamente, os médicos realizaram novos exames e descobriram que o câncer havia avançado com rapidez. Esse agravamento surpreendeu a equipe médica e levou ao declínio de seu quadro nos dias seguintes.
Ao longo da semana, familiares e amigos começaram a se reunir nos Estados Unidos. O filho da cantora, Francisco, permaneceu ao lado dela o tempo todo. Além dele, Carolina Dieckmann, grande amiga de Preta, interrompeu as gravações da novela e viajou para prestar apoio. Apesar disso, ela só compreendeu a gravidade da situação ao chegar.
A jornalista Fábia Oliveira, do Metrópoles, apurou a informação e entrou em contato com a equipe de Preta. A assessoria confirmou a morte e adiantou que a família prepara um comunicado oficial, que será divulgado ainda neste domingo.
Logo após receber a notícia, Gilberto Gil — pai da artista — passou mal e registrou um aumento na pressão arterial. Pessoas próximas afirmaram que ele ficou profundamente abalado.
Preta Gil deixou uma marca intensa na música brasileira e também na vida pública. Lutou por liberdade, respeito e autenticidade. Além disso, durante o tratamento, compartilhou sua jornada com coragem, usando as redes sociais para manter os fãs informados e espalhar esperança. Apesar dos desafios, ela nunca deixou de transmitir força e sensibilidade.