Foto: Divulgação / Prefeitura
Dois filhotes de cisne negro agora nadam no lago central do Parque do Museu Mariano Procópio, em Juiz de Fora. A presença dessas aves, que pertencem a uma espécie australiana, já atrai olhares curiosos de quem visita o local. Além disso, elas fortalecem o vínculo histórico entre o museu e a fauna local.
Filhotes nascem no parque e reforçam tradição
As aves nasceram no próprio lago e, logo depois, a equipe do parque levou os filhotes ao viveiro. Lá, os profissionais garantiram os primeiros cuidados e iniciaram a adaptação alimentar. Após esse processo, as aves retornaram ao espelho d’água e passaram a viver com outras espécies.
Segundo Alexandre de Castro, gerente de Parque e Edificações, o cuidado com os animais integra o trabalho de preservação do museu. “Os cisnes fazem parte da história do museu e seguimos cuidando para manter essa tradição”, afirmou.
Desde o século passado, os cisnes negros fazem parte da paisagem do parque. Por isso, os moradores e turistas reconhecem essas aves como um dos símbolos mais queridos do espaço.
Visitação aberta e orientações aos visitantes
Quem quiser observar os novos moradores de perto pode visitar o parque de terça a domingo, entre 8h e 17h. A entrada continua gratuita. Além disso, o espaço conta com áreas de lazer, natureza preservada e um ambiente ideal para descansar ou tirar fotos.
Entretanto, a administração do museu alerta que alimentar os animais não é permitido. Essa medida busca proteger a saúde das espécies e manter o equilíbrio ambiental do lago. Portanto, a colaboração dos visitantes é essencial.
Com a chegada dos filhotes, o Museu Mariano Procópio reafirma seu compromisso com a preservação ambiental. Mais do que isso, mantém viva uma tradição que atravessa gerações em Juiz de Fora.