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Granbery prestes a ganhar novo espaço de lazer e sustentabilidade; proposta conta com apoio comunitário, mas sofre ataques isolados dentro do Compacc

João G. 5 de junho de 2025

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Granbery prestes a ganhar novo espaço de lazer e sustentabilidade; proposta conta com apoio comunitário, mas sofre ataques isolados dentrodo Compacc (6)

Foto: Reprodução / Redes sociais

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Juiz de Fora acompanha com expectativa a tramitação do conceito de revitalização do antigo Complexo Esportivo do Colégio Granbery, um dos projetos urbanísticos mais modernos e socialmente relevantes já desenvolvidos na cidade. Elaborado pela SOIP com amplo diálogo junto à comunidade granberyense, o conceito atende rigorosamente às diretrizes do decreto municipal nº 16.754 e propõe a preservação integral do patrimônio histórico, abertura dos espaços esportivos à população, novas áreas de convivência e equipamentos de sustentabilidade ambiental.

O conceito já conta com manifestações públicas favoráveis de diversas entidades e lideranças da sociedade civil, como Ex-alunos, Ex-atletas além de diversos moradores do Bairro, bem como da Associação G de Ouro que será responsável pela gestão dos espaços esportivos. Trata-se de uma proposta construída em sintonia com os anseios da cidade e com foco no bem-estar coletivo e áreas de vivência.

Foto: Reprodução / Redes sociais
Foto: Reprodução / Redes sociais
Foto: Reprodução / Redes sociais
Foto: Reprodução / Redes sociais
Foto: Reprodução / Redes sociais

Conduta isolada de conselheiro gera preocupação institucional

Apesar do amplo apoio comunitário, o processo de análise no Compacc (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural) foi recentemente contaminado por declarações públicas de um conselheiro do órgão, que, antes mesmo da análise técnica e votação oficial, manifestou-se publicamente de forma contrária ao conceito, desrespeitando o dever de isenção que deve nortear os trabalhos do colegiado.

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A antecipação pública de voto e posicionamento pessoal de conselheiros, antes da deliberação formal, contraria os princípios de imparcialidade administrativa e pode inclusive configurar situação de suspeição, haja vista que exercem função pública como conselheiros, sendo agentes públicos exercendo esta função.

Especialistas em patrimônio e direito público ouvidos afirmam que a conduta é grave e merece apuração, uma vez que compromete a lisura e a independência técnica que se espera de qualquer órgão de julgamento imparcial.

“Conselheiros têm a função de analisar tecnicamente os processos com base nos documentos e pareceres, sem vontades subjetivas ou manifestações antecipadas. Antecipar o voto na deliberação do conselho e ainda, incitar a mobilizar opinião pública antes da votação afeta a parcialidade e legitimidade do voto proferido”, destaca um especialista consultado.

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Conceito é exemplo de desenvolvimento urbano responsável

O conceito propõe a restauração completa do edifício histórico Charles Alexander Long, com criação de memorial público e preservação da memória do Granbery. Adicionalmente, prevê a implantação de modernas quadras esportivas abertas à comunidade, sob gestão social da Associação G de Ouro, criação de ampla praça de convivência, revitalização do bosque e ainda a instalação de um sistema inovador de captação e retenção de águas pluviais, que contribuirá para reduzir os históricos alagamentos da Rua Sampaio.

Mais do que uma simples intervenção imobiliária, o conceito da SOIP representa um novo modelo de desenvolvimento urbano responsável, sustentável e voltado para as pessoas. É a oportunidade de transformar uma área tradicional da cidade, preservando sua memória e ampliando sua função social para o futuro.

A expectativa da comunidade agora é de que o Compacc conduza a análise do conceito com a serenidade, a responsabilidade técnica e a imparcialidade que o tema exige, respeitando o verdadeiro interesse público de Juiz de Fora.

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