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Cantor sertanejo de Juiz de Fora é alvo de operação da PF

Davi Dias 17 de abril de 2025

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Cantor sertanejo de Juiz de Fora é alvo de operação da PF

Foto: Reprodução / Redes Sociais

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A Polícia Federal cumpriu, na manhã de quarta-feira (16 de abril), dois mandados de busca e apreensão em Juiz de Fora. Além disso, agentes atuaram em outras cidades do estado do Rio de Janeiro, como Cabo Frio, Itaguaí, Mangaratiba e a capital fluminense. A operação faz parte de uma investigação que apura fraudes em licitações, lavagem de dinheiro e financiamento irregular de campanhas eleitorais.

PF cumpre mandados em Juiz de Fora durante operação

Cantor Cristiano é alvo de busca

Um dos investigados é o cantor Cristiano Almeida Leite, da dupla sertaneja Renan & Cristiano. A PF realizou buscas em dois imóveis ligados ao artista. No entanto, somente um deles foi acessado, já que o outro estava ocupado por terceiros. O advogado de Cristiano afirmou que ainda não teve acesso ao processo e, por isso, não irá comentar o caso neste momento.

Justiça bloqueia bilhões e paralisa empresas

A Justiça determinou o bloqueio de cerca de R$ 3,5 bilhões pertencentes aos envolvidos. Além disso, oito empresas tiveram suas atividades suspensas. Segundo a Polícia Federal, essas empresas participaram de fraudes em contratos públicos em diversos municípios do Rio de Janeiro.

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As investigações revelaram o uso de dinheiro vivo, movimentações financeiras suspeitas e aquisição de bens de alto valor como forma de ocultar os lucros ilícitos. Ainda de acordo com os agentes, parte desses recursos teria sido utilizada para financiar campanhas eleitorais de forma ilegal.

Organização agia com destruição de provas e fake news

Conforme apontam os investigadores, os suspeitos também tentaram apagar provas digitais. Essa atitude ocorreu após a deflagração de outra fase da operação, em setembro do ano passado, que reuniu documentos e informações importantes para o andamento do inquérito.

Além disso, o grupo contratou pessoas para divulgar fake news com o objetivo de prejudicar candidatos adversários em eleições municipais. Os responsáveis pelas publicações recebiam valores mensais e, em alguns casos, também ocupavam cargos comissionados temporários em prefeituras da região.

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