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Polícia opõe crimes cibernéticos contra menores em oito estados

JF Informa 15 de abril de 2025

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Homem é preso por tráfico de drogas em Ubá durante operação da Polícia Civil

Foto: PCMG

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou, nesta terça-feira (15 de Abril), a Operação Adolescência Segura. A ação tem como foco desarticular uma organização criminosa que atuava na internet, praticando crimes contra crianças e adolescentes.

Além disso, a operação cumpre mandados de prisão temporária, busca e apreensão e internação provisória de adolescentes.

Crimes graves sob investigação

O grupo é investigado por diversos crimes. Entre eles estão: tentativa de homicídio, instigação ao suicídio, maus-tratos a animais e apologia ao nazismo. Ainda, há suspeitas de armazenamento e divulgação de pornografia infantil.

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Ação coordenada em oito estados

Os mandados são cumpridos em oito estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul. Para isso, as polícias civis locais prestam apoio, assim como o Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) da Secretaria Nacional de Segurança Pública.

Até as 7h30, os agentes já haviam prendido dois homens e apreendido dois adolescentes.

Transmissão ao vivo revelou o esquema

As investigações começaram em fevereiro de 2025. Na ocasião, um adolescente transmitiu ao vivo um ataque a um morador de rua. Ele lançou um coquetel molotov contra a vítima, que dormia. Como resultado, a pessoa sofreu queimaduras em 70% do corpo.

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Logo após o crime, a polícia descobriu que o ataque fazia parte de algo maior. Os responsáveis pela plataforma de transmissão integravam uma organização criminosa especializada em crimes cibernéticos.

Grupo manipulava menores nas redes

Segundo a Polícia Civil, o grupo se espalhava por diferentes plataformas digitais. Nessas redes, aliciavam e manipulavam crianças e adolescentes, incentivando atitudes violentas e ilegais.

Além disso, a investigação contou com apoio de duas agências norte-americanas. Ambas elaboraram relatórios que comprovaram a atuação criminosa do grupo.

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