O Procon de Juiz de Fora recebeu na última quinta-feira (12 de dezembro), um documento da empresa Phormar Eventos, investigada por suspeitas de má gestão em fundos de formatura, que levantam temores de calote generalizado.
A promotora de eventos justificou a dificuldade de apresentar provas materiais no momento, devido à apreensão de documentos pela Polícia Civil no âmbito de um processo em andamento.
O representante da Phormar compareceu ao Procon para prestar esclarecimentos preliminares e solicitou mais tempo para reunir as informações exigidas. Após a liberação dos documentos pela Polícia Civil, a empresa terá um prazo de dez dias para apresentar uma série de dados, incluindo:
- A quantidade de contratos ativos relacionados aos fundos de formatura;
- Especificação detalhada dos contratos e das movimentações bancárias não autorizadas;
- O valor total pendente de devolução e as condições de pagamento previstas para a restituição.
Consumidores devem ficar atentos
O Procon orienta consumidores que enfrentem problemas similares ou identifiquem irregularidades em contratos a procurar assistência. O atendimento pode ser realizado presencialmente na sede do órgão, localizada na Avenida Itamar Franco, 992 – Centro, ou pelos telefones 3690-7610 e 3690-7611. Também é possível registrar reclamações pelo portal Prefeitura Ágil.