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7ª Fase da Operação Sinergia combate fraudes no setor de metais e sucata em Minas e mais 7 estados

João G. 4 de dezembro de 2024

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7ª Fase da Operação Sinergia combate fraudes no setor de metais e sucata em Minas e mais 7 estados

Foto: Divulgação / MPMG

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Na manhã desta quarta-feira (04 de dezembro), foi deflagrada a 7ª Fase da Operação Sinergia, uma ação coordenada para apurar fraudes tributárias no setor de produção, comercialização e reciclagem de sucata de cobre, vergalhões e fios. O esquema investigado envolve sonegação fiscal, associação criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

Foram cumpridos 36 mandados de busca e apreensão em 16 cidades de oito estados: Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Pará, Ceará, Paraíba e Maranhão. Residências de empresários, sedes de empresas e transportadoras estão entre os alvos. Desde 2021, a Operação Sinergia tem desvendado fraudes que, entre 2020 e 2024, causaram prejuízo de cerca de R$ 900 milhões aos cofres de Minas Gerais.

Como funcionava o esquema

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As investigações apontaram que empresas mineiras adquiriram sucata sem nota fiscal, forjando operações simuladas com empresas fantasmas de outros estados. Esse método não apenas regularizava estoques como também permitia a geração de créditos fictícios de ICMS, utilizados para evitar o pagamento do imposto devido. Também foram detectadas fraudes na venda interestadual de produtos, com uso de empresas fictícias para sonegação fiscal.

As empresas de fachada utilizavam endereços de estabelecimentos reais para se registrarem nas juntas comerciais, simulando legitimidade. As irregularidades eram sustentadas por falsificação de documentos, como comprovantes de pagamento e notas de transporte. A sofisticação do esquema exigiu técnicas investigativas especializadas para desmascará-lo.

Força-tarefa interinstitucional

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A operação foi conduzida por uma força-tarefa composta pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Receita Estadual de Minas Gerais, Polícia Militar e Polícia Civil, sob a coordenação do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA). Contou com o apoio dos Gaecos de várias cidades e dos Gaesf de outros estados, além das secretarias de Fazenda do Ceará, Paraíba, Goiás e Maranhão.

A operação mobilizou 21 promotores de Justiça, 85 auditores fiscais, 11 delegados, 75 policiais militares, 58 policiais civis e 10 servidores de receitas estaduais.

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