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Minas Gerais registra morte de bebê por coqueluche após quatro anos sem óbitos

Davi Dias 30 de agosto de 2024

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Bebê - imagem ilustrativa

Foto: Imagem ilustrativa/Pexels

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Minas Gerais enfrentou um trágico retorno da coqueluche com a confirmação, nesta sexta-feira (30 de agosto), da morte de um bebê de dois meses em Poços de Caldas, no Sul do estado. Este óbito marca a primeira morte por coqueluche em Minas desde 2019 e a segunda do ano no Brasil, sendo a primeira registrada no Paraná.

O número de casos confirmados no estado saltou de 14 em 2023 para 121 apenas nos primeiros meses de 2024, o que levanta um alerta significativo sobre a eficácia das campanhas de vacinação e a cobertura vacinal.

Especialistas em saúde destacam que a redução na cobertura vacinal tem contribuído para a ressurgência da doença. A vacina pentavalente, que protege contra coqueluche, entre outras enfermidades, está com uma cobertura de 83,50% em Minas Gerais, abaixo da meta de 95%. Já a tríplice bacteriana (DTP) possui uma cobertura de 83,73%. A falta de vacinas, como a tríplice bacteriana, agravou a situação, com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) confirmando a indisponibilidade do imunizante nos postos de saúde.

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O Ministério da Saúde reporta 608 casos confirmados de coqueluche até 26 de julho de 2024, mais do que o dobro dos 216 casos do ano passado. A pasta reforça a importância da vacinação de rotina e o recebimento da vacina DTpa por gestantes para proteger os bebês.

A coqueluche, uma doença respiratória altamente contagiosa, é transmitida por gotículas de saliva e pode ser facilmente confundida com outras infecções respiratórias, o que dificulta o diagnóstico precoce. O infectologista Leandro Curi aponta que a sazonalidade e a falta de familiaridade com a doença podem contribuir para a subnotificação de casos.

No cenário global, a coqueluche tem avançado, com surtos notificados na Europa, Ásia e na Bolívia. No Brasil, o último surto significativo ocorreu em 2014, com uma redução no número de casos até recentemente. A doença, agora em ascensão, exige uma vigilância epidemiológica rigorosa para controlar a propagação e proteger a saúde pública.

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A vacinação continua sendo a principal ferramenta de prevenção. A recomendação é para que todas as crianças sigam o esquema vacinal completo e que gestantes recebam a vacina conforme orientações para proteger seus bebês.

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