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Ex-gerente da Caixa é sentenciado a 11 anos de prisão por desvio milionário em Juiz de Fora

Davi Dias 19 de março de 2024

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Após um longo processo judicial, um ex-gerente de atendimento da Caixa Econômica Federal em Juiz de Fora foi sentenciado a 11 anos e 11 meses de reclusão, além de multa, por desviar a quantia de R$ 4 milhões dos clientes da agência Manchester, localizada na Avenida Rio Branco.

A condenação se deu por conta dos crimes de peculato, caracterizado pelo desvio de dinheiro por funcionário público, e estelionato, referente à obtenção de vantagem ilícita. O esquema operado pelo ex-gerente e seus comparsas consistia na simulação de empréstimos com taxas de juros elevadas para os clientes, mantendo o valor das parcelas mensais inalterado.

Após a aceitação dos contratos, o ex-gerente realizava novas operações de empréstimo com taxas mais baixas, resultando em uma diferença monetária que era desviada para outras finalidades, conforme apurado pelo Ministério Público Federal (MPF).

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Um outro indivíduo, que atuava como cúmplice no esquema, também foi condenado a 3 anos e 4 meses de prisão em regime inicialmente aberto, além de multa. Já uma terceira pessoa, uma agente de seguros denunciada pelo MPF, firmou acordo e foi absolvida, após confessar formalmente o crime.

Durante o interrogatório, o ex-gerente admitiu informalmente sua participação no esquema, revelando que operava créditos consignados para outros bancos e foi convidado por um proprietário de lotérica para intermediar operações em nome da Caixa. Segundo suas declarações, a agência inseria nos contratos sem designação de correspondente o código de um dos representados por ele, possibilitando assim o recebimento de comissões bancárias “ilegais”.

A sentença também destacou a contratação irregular de seguros com o dinheiro desviado, visando cumprir metas e garantir comissões de maneira indevida para a agente de seguros envolvida no esquema.

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Embora a instituição bancária tenha ressaltado a rigidez de seu sistema de controle e colaboração irrestrita com as autoridades diante de possíveis fraudes, o caso evidencia a importância da vigilância e da punição rigorosa para coibir práticas criminosas que prejudicam os clientes e a confiança no sistema financeiro.

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