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Baixa oferta faz preço do leite disparar nos supermercados

JF Informa 2 de abril de 2022

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Alta entre fevereiro e março chegou a 15%, dependendo da marca. Crescimento no preço das commodities também influenciou cenário.

O consumidor tem se surpreendido com a grande elevação que o preço do leite sofreu nas últimas semanas nos supermercados e padarias. Um recente levantamento feito pelo site de pesquisas Mercado Mineiro em estabelecimentos de Belo Horizonte indicou que as marcas mais tradicionais chegam a custar R$ 4,90 nos supermercados e até R$ 7,29 em padarias. A pesquisa revelou que o aumento pode chegar a 15% entre fevereiro e março, dependendo da marca do produto. 

De acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da USP, no mês passado, o produto teve uma elevação de 3,3% em relação a fevereiro e chegou a R$ 2,21 para o produtor – o maior valor para um mês de março na série histórica da entidade, iniciada em 2004. 

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Em Minas Gerais, principal Estado produtor de leite do país, o preço médio saltou de R$ 2,13 por litro na primeira quinzena para R$ 2,42 na segunda quinzena de fevereiro, uma alta de 13,9%, de acordo com os dados do Cepea.

Altas tão marcantes no preço do leite costumam ser comuns no período de entressafra (outono e inverno). Mas a lei de oferta e procura mudou a realidade do setor lácteo em 2022, de acordo com Nauto Martins, coordenador técnico de bovinocultura da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG). 

Segundo ele, a queda na renda dos brasileiros provocou uma redução no consumo de leite, e o preço pago ao produtor caiu no último trimestre de 2021. “Isso naturalmente desestimulou muitos produtores. A margem de lucro caiu muito e o custo aumentou, porque houve uma subida nos preços do milho e da soja, que compõem a ração. Como a oferta diminuiu, a indústria foi obrigada a aumentar o valor pago aos produtores e repassar o custo ao consumidor final”, explica.

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O especialista diz também que a guerra na Ucrânia e o consequente fenômeno inflacionário mundial também interferiram na alta, assim como o efeito La Niña, que provocou seca na região Sul (produtora de leite, milho e soja) e chuvas muito intensas em Minas Gerais – dificultando a pastagem do gado por alguns dias e o armazenamento da ração. A cadeia produtiva sofreu ainda com o crescimento nos preços do transporte e das embalagens, por causa da elevação no valor do barril de petróleo. 

De acordo com Martins, o preço do leite deve continuar subindo nas gôndolas, já que os custos da produção tendem a continuar em ascensão.

Consumidor deve buscar por promoções

e acordo com o economista Feliciano Abreu, coordenador do site de pesquisas Mercado Mineiro, o consumidor tem que pesquisar bastante e aproveitar as ofertas para conseguir valores mais atrativos na hora de comprar o leite.

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Mais uma vez, as famílias mais pobres são as mais prejudicadas na elevação do preço de um alimento tão básico no café da manhã dos brasileiros. “Para quem tem criança e idoso em casa, que consomem muito leite, fica muito complicado”, afirma o economista, lembrando que a situação tende a piorar nos próximos meses.

“O consumidor tem que ficar atento, comprando as ofertas que cabem no seu orçamento. Porque, infelizmente, o preço está muito ruim para as famílias que consomem um ou dois litros de leite por dia”, completa.

O Tempo

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