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Após nova reunião, Rússia diz que reduzirá ataques contra Ucrânia

JF Informa 29 de março de 2022

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Ministro da Defesa russo pediu à Ucrânia tratamento humanitário aos soldados capturados no país.

Depois de mais uma rodada de negociações entre Rússia e Ucrânia para pactuar o cessar-fogo, o vice-ministro da Defesa russo, Alexander Fomin, informou que o país presidido por Vladimir Putin “reduzirá radicalmente a atividade militar”. A invasão russa ao território ucraniano teve início no dia 24 de fevereiro e já matou milhares de civis e militares.

“Foi tomada a decisão de reduzir drasticamente, em várias vezes, a atividade militar nas proximidades de Kiev e Chernigov. Esperamos que decisões relevantes sejam tomadas em Kiev e que as condições para mais trabalho normal sejam criadas”, disse Fomin ao fim da reunião, que aconteceu em Istambul, na Turquia, nesta terça-feira (29/3).

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O ministro expressou preocupação com a integridade dos soldados russos capturados pelos ucranianos e pediu para a Ucrânia “cumprir plenamente as Convenções de Genebra, inclusive no que diz respeito ao tratamento humano dos prisioneiros de guerra”. À agência de notícias RT, o chefe da delegação russa, Vladimir Medinsky, declarou que o seu país “está dando dois passos para diminuir o conflito em direção à Ucrânia”.

Para conseguir avanços nas negociações, a Ucrânia propôs adotar um status neutro, o que impediria o país de selar uma aliança militar com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), além de também não poder hospedar bases militares em seu território. Em troca, o país pediu que os russos garantissem a segurança.

Em entrevista à revista britânica The Economist, o presidente Volodymyr Zelensky defendeu a soberania da Ucrânia. Na semana passada, ele admitiu que poderia entregar o controle de regiões separatistas, como Donbass e Crimeia, já anexada ao território da Rússia em 2014, na tentativa de uma reunião com Putin.

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“É possível que alguns compromissos, que não arrisquem nossa soberania, sejam feitos para salvar vidas. Mas compromissos que provoquem a desintegração do país, como os que Putin propõe, ou melhor, exige, nunca serão feitos”, frisou.

Também foi proposta a consulta de 15 anos sobre o status da Crimeia anexada, além da possibilidade de entrar em vigor apenas no caso de um cessar-fogo completo, segundo a agência de notícias Reuters.

Os negociadores se propuseram a divulgar um relatório completo acerca dos pontos que ficaram acertados na reunião. Da parte do Kremlin, a ata só será enviada assim que os negociadores chegarem de volta a Moscou.

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Metrópoles

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