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Cerveja deve ficar mais cara no Brasil devido à guerra na Ucrânia

JF Informa 24 de março de 2022

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Setor cervejeiro já prevê reajuste no primeiro semestre devido a aumentos em insumos e no frete por causa do conflito.

A guerra na Ucrânia já elevou o preço dos pães, do combustível e das carnes no Brasil, e a sucessão de altas não deve parar por aí.

A cerveja, que já sofreu uma inflação de quase 8,4% no acumulado dos últimos 12 meses, considerando fevereiro, deve ficar ainda mais cara no futuro próximo.

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A previsão é da própria indústria cervejeira, que depende de insumos importados, além de absorver altas internas, como dos fretes. 

Superintendente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindcerv), que representa as maiores fabricantes do país, Luiz Nicolaewsky afirma que cada empresa definirá os parâmetros e o momento do reajuste. 

“O aumento deve ser no decorrer do primeiro semestre, mas temos que aguardar a estratégia de cada empresa. Temos aumento do petróleo, da energia, nossos insumos são quase todos commoditizados, e as commodities variam com os preços internacionais. Existe pressão para aumento”, diz Nicolawesky. 

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Em fevereiro, antes da guerra, a Heineken havia afirmado que aumentaria os preços globalmente para compensar a alta dos custos. 

A Ambev, por usa vez, adota uma política de “hedge”, estratégia que permite antecipar o preço das commodities em um ano, reduzindo o efeito das altas do mercado internacional sobre a produção.

A empresa, que é produtora da Skol, da Brahma e da Budweiser, por exemplo, já havia reajustado os valores em outubro de 2021. 

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Nas cervejas artesanais, a inflação é dada como certa. “O aumento ocorre desde o último trimestre do ano passado, e a guerra acentuou isso. O malte aumentou 30%, o lúpulo pelo menos 20%… No curto prazo, provavelmente até o mês que vem, teremos um aumento de 10%, 15%”, diz o presidente da Associação dos Cervejeiros Artesanais de Minas Gerais (Acerva Mineira), José Bento Vargas. 

A indústria brasileira importa cerca de 70% do malte utilizado nas cervejas. A maior parte vem de parcerias do Mercosul, mas a queda da oferta de trigo, cevada e malte da Rússia e da Ucrânia, algumas das principais produtoras mundiais, pressiona os preços na América Latina.

“Nossa orientação é apertar ao máximo as torneiras para reduzir custos de fabricação e distribuição, porque também temos problemas internos bastante significativos, como o poder de compra do brasileiro, que tem se deteriorado ano a ano”, explica o presidente da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil), Paulo Petroni. 

Venda de cerveja aumentou 7,7% em 2021

O consumo de cerveja só aumentou durante a pandemia. Após uma alta de 5,3% entre 2019 e 2020, o volume de vendas cresceu novamente em 2021, passando de 14,3 bilhões de litros no Brasil, 7,7% a mais em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Euromonitor encomendado pela SindCerv. 

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Já para o mercado das cervejas artesanais em Minas, segundo o presidente da Acerva Mineira, José Bento Vargas, os últimos anos foram de aperto. 

“Cervejarias chegaram a ter 60%, 70% de diminuição de vendas. A cerveja artesanal foi afetada pela questão do preço, que é maior. Muitas empresas fecharam, e pessoas perderam empregos, então o pessoal foi para as cervejas mais baratas”, diz. 

A mineira Krug Bier foi na contramão desse movimento e, segundo o mestre cervejeiro Alfredo Figueiredo, a empresa cresceu de 20% no último ano – o que não impedirá reajustes.

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“Tivemos um aumento em dezembro e agora estamos fazendo mais um. São pequenos para não ser um baque, mas devem chegar aos 10%”, conclui ele.

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