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Preço médio da gasolina em Minas passará de R$ 7 com novo aumento

João G. 11 de março de 2022

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Em postos de Belo Horizonte, o combustível chega a R$ 7,75 nesta quinta-feira (10).

O preço médio da gasolina em Minas Gerais pode chegar a R$ 7,33 após o novo aumento anunciado pela Petrobras nesta quinta-feira (10). A empresa consultora do mercado Raion Consultoria estima que a alta dos preços se traduza, na prática, em R$ 0,81 por litro de diesel S10 e R$ 0,45 por litro de gasolina no Estado, reforçando a previsão da Petrobras. 

O levantamento semanal mais recente realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com preços até o dia 5 de março, calcula que o preço médio da gasolina no Estado era R$ 6,884. Os preços podem ultrapassar os R$ 7,33, pois o aumento é sobre os valores atuais praticados pelos postos — em um estabelecimento na avenida Amazonas, por exemplo, o combustível já era vendido por R$ 7,75 nesta tarde, e estabelecimentos em outros pontos da cidade também se aproximam dessa escala. 

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O valor médio do diesel S10 era R$ 5,644, no levantamento da ANP, o que pode se elevar até cerca de R$ 6,54, com o novo aumento. O aumento estipulado pela Petrobras, de 18,7% para a gasolina e de 24,9% para o diesel, só começa a valer nesta sexta-feira (10), na prática, mas consumidores apontam que postos estão aumentando o preço nesta quinta. Preços dispararm de R$ 6,80 a R$ 7,50, por exemplo, em poucas horas, e até o etanol sofreu inflação em alguns postos.  

O sócio da empresa consultora do setor Raion Consultoria Eduardo Melo avalia que, mesmo antes dos aumentos da Petrobras, já havia pressão por aumento. “O primeiro movimento é o receio da falta de combustíveis, o que fez com que alguns distribuidores cortassem pedidos. Isso ligou um alerta e há aumento de todo produto que é mais demandado. O segundo ponto é que, com a defasagem do preço em relação ao valor internacional, as distribuidoras vinham repassando aumento antes da Petrobras, pela parcela de produto importado”, analisa. 

A Petrobras ressaltou que o último aumento havia ocorrido há 57 dias e que a alta atual é devido à guerra na Ucrânia, que restringiu o acesso a derivados da Rússia a países do Ocidente e aumentou o preço internacional do barril de petróleo. O professor de economia do Ibmec BH Felipe Leroy avalia que a temporada de altas não tem volta mesmo se o conflito não perdurar. 

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“Teremos que lidar com isso. Nunca vi o preço retornar ao estágio anterior, é muito difícil ele ceder, porque as pessoas acabam se acostumando e o distribuidor sabe disso. Se a Rússia não recuar no conflito, o céu pode ser o limite para o preço do combustível, porque ele é uma commodity escassa e de que todos precisamos”, diz. Ele enfatiza que o brasileiro pode esperar uma alta generalizada de preços de alimentos nas próximas semanas, já que o combustível inevitavelmente se reflete na maior parte dos produtos. 

Sindicato nega escassez de combustível em Minas

Distribuidoras e postos de combustíveis no Paraná e em Estados do Norte e Nordeste, mais dependentes de importações, vinham enfrentando problemas de abastecimento, devido à diferença do preço praticado no Brasil e a cotação internacional do petróleo. Em Minas, segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo do Estado de Minas Gerais (Minaspetro), não há risco de desabastecimento. De acordo com a entidade, postos de marca própria tiveram problemas, porém eles foram sanados e representam um “índice irrelevante”.  

O Minaspetro diz ainda que está em interlocução com distribuidoras para que fretes sejam reajustados imediatamente, diante do aumento da Petrobras, e não haja risco de desabastecimento. “O Minaspetro ressalta que o mercado de combustíveis é livre e cada empresário varejista tem total independência para calcular seus preços de bomba, levando em conta os custos operacionais e estratégias comerciais. Cabe destacar, contudo, que a grande maioria dos postos repõe seus estoques diariamente, com isso, os revendedores já irão receber as novas cargas com os custos reajustados pelas distribuidoras”, finaliza nota do sindicato. 

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