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Prefeita abre abrigo emergencial para população em situação de rua

João G. 26 de janeiro de 2022

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A prefeita Margarida Salomão abriu nesta terça-feira, 25, a Casa de Passagem Emergencial para acolher 50 adultos dos sexos masculino e feminino, no prédio anexo ao prédio da Prefeitura de Juiz de Fora, em frente à Praça da Estação. A prefeita ressaltou que segue a jornada em defesa dos direitos, ressaltando que “estamos vivendo uma grande emergência climática e social em que muitas pessoas perderam direitos e suas moradias”. Essa situação de indignação, segundo Margarida, traz um tipo de sensibilidade política das pessoas, que remete a uma situação de falta de trabalho, falta de renda e falta de políticas públicas para moradia popular. “A situação, então, traz esse sentimento de misericórdia que tem a dimensão de política mobilizadora e nós estamos respondendo dessa forma ao atender as pessoas que precisam nessa crise aguda”. 

O secretário Especial de Direitos Humanos, Biel Rocha, também, ressaltou que desde “o primeiro dia do governo da prefeita Margarida Salomão o nosso trabalho tem sido cuidar das pessoas. E isso que estamos fazendo aqui, hoje, cuidando das pessoas com essa instalação provisória, mas que abriga as pessoas em situação de rua das chuvas”. A secretária de Governo, Cidinha Louzada, reafirmou o cuidado desse governo municipal com as pessoas vulneráveis e em situação de risco. “Temos de valorizar a cidadania. Continuar enxergando as pessoas com seus nomes e histórias. As pessoas não são invisíveis para nós. Temos de acabar com os preconceitos. Valorizar o ser humano. Entender as pessoas com tudo que tem”.

A nova unidade de acolhimento aberta nesta terça, 25, vai funcionar diariamente das 19h às 8h, sob a responsabilidade da Associação Municipal de Apoio Comunitário (Amac) por três meses. Ainda participaram do evento a presidenta do Conselho Municipal de Assistência Social, Lidiane Pereira Cavaca Pavão; o Superintendente da Amac, Alexandre Oliveira Andrade; o diretor-presidente da Amac, Márcio Leoni Vargas; e o coordenador do Comitê Pop Rua, Jordan Beloto de Souza, entre outros convidados.

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O abrigo prevê atendimento de 50 pessoas adultas, homens e mulheres maiores de 18 anos, que utilizam os espaços públicos como forma de moradia e/ou sobrevivência. A iniciativa, em parceria com uma Organização da Sociedade Civil, visa atender às demandas sociais em tempo de pandemia, de aumento da desigualdade social e da situação emergencial devido às chuvas, complementando o limitado número de vagas disponíveis nos serviços de acolhimento existentes. 

Para a secretária Malu Salim o acolhimento emergencial para contingência de chuva foi criado em parceria com a Defesa Civil/Secretaria de Governo, com objetivo de acolher a população em situação de rua nos momentos de chuva. “A situação de rua é uma crise global de direitos humanos e requer muitas vezes ações emergenciais visando a mitigar os efeitos no tempo de chuva, de frio e de pandemias. Se, no período anterior à pandemia do coronavírus, o cenário no país já era preocupante pelos cortes de políticas sociais e desemprego, é possível estimar o aumento crescente e acelerado da precarização da vida, e a consequente explosão da população em situação de rua, com o agravante da possibilidade de contaminação e morte por Covid-19”, ressalta Salim.

A secretária de Assistência Social disse, ainda, que nesse momento, as ações estão direcionadas para a obtenção de medidas emergenciais, tais como acesso à higiene, alimentação, água potável, implementação de abrigos sem aglomeração e locais que ofereçam acolhimento e prestação de serviços. “Mas é preciso pensar em ações permanentes e a administração da prefeita não tem medido esforços para atender a essas demandas e reconhecer as pessoas em situação de rua como sujeitos de direito”, conclui.

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O espaço atende ambos os públicos, masculino e feminino, com atenção especializada, quando necessária, por meio da rede de serviços e alimentação (jantar e café da manhã). O espaço físico possibilita condições de repouso, guarda de pertences, banho, alimentação e higiene pessoal, vestuário, atividades coletivas, como reuniões e ou rodas de conversas. Para a execução das ações relativas à Casa de Passagem – Emergencial, a Unidade Executora deve possuir uma equipe básica de 11 profissionais entre cuidadores e/ou educadores sociais, coordenador e pessoal de limpeza. 

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