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A vontade de empreender e ter o próprio negócio, fez com que a jovem Karla Diebe, de 25 anos, estudante de medicina veterinária, abrisse uma empresa em um segmento diferente de sua profissão, mas que acabou se mostrando muito rentável.

Enquanto cursava sua faculdade, a jovem trabalhava com vendas de roupas infantis e para ter um horário mais flexível para poder acompanhar a mãe, que estava em tratamento de câncer, pensava em abrir sua própria empresa.

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Por gostar de cozinhar, Karla já havia planejado começar uma marmitaria, mas por conta do alto investimento, ficou receosa.

Pouco antes do início da pandemia, o sócio e ex-marido da empreendedora, Luiz Maia, 35 anos, teve a ideia de criar uma espécie de “uber do caminhão-cegonha” e propôs sociedade à Karla.

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Com 12 anos de experiência no setor logístico, Luiz percebeu uma deficiência no segmento do transporte de automóveis – havendo dificuldade de conectar clientes aos transportadores.

Foi então, que Karla e Luiz decidiram criar a Foccus Cegonhas, onde motoristas e proprietários de caminhões-cegonha, podem  se cadastrar na plataforma da empresa e receber demandas de transporte de veículos.

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A empresa precisou criar bases para que os caminhões possam ficar estacionados, receber os clientes pessoalmente e passar por fiscalizações.

Após seis meses de negócio, em Julho de 2020, a demanda pelos serviços da empresa aumentou consideravelmente em diversos estados do país.

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Com isso, Karla e Luiz viram a necessidade de expandir a empresa para outros locais. Como solução, a Foccus Cegonhas se tornou uma franquia, onde é possível que outros empreendedores abram suas próprias filiais.

O modelo foi formatado ao longo de 2020 e iniciou a expansão em março de 2021, um ano após a fundação.

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Hoje há quatro bases implantadas ou em processo de abertura no Sul, no Sudeste e no Nordeste. Atualmente, 1.500 motoristas estão cadastrados na plataforma.

São disponibilizados dois formatos de franquia: home based, em que o franqueado é responsável pela captação de leads, e a franquia de base, que demanda um espaço de 500 metros quadrados para estacionamento dos caminhões. Para o primeiro, o investimento inicial é a partir de R$ 54,7 mil.

Já para o modelo de negócio maior, o investimento parte de R$ 87,7 mil. Os valores contemplam taxa de franquia, capital de giro, investimentos gerais e marketing. Hoje, já são 12 unidades comercializadas, sendo oito home based.

Segundo Karla, a meta em 2021 é faturar R$10 milhões. Além disso, a empreendedora espera expandir seu negócio para o transporte de caminhões e para outros países da América Latina.

Informações: Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Fotos: Jú Mantovani Fotografia

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