prefeita Margarida Salomão conversou com jornalistas nesta segunda-feira sobre os primeiros atos da nova gestão da Administração Municipal. Durante a coletiva, a nova líder do Executivo anunciou que já há estrutura física e equipamentos para a criação de mais 10 leitos de combate ao Covid-19 no Hospital João Penido e destacou as novas políticas de ampliação de diálogo com a sociedade que serão implementadas: a instauração do Fórum em Defesa da Vida, a Mesa de Mediação de Conflitos, além do choque de zeladoria que já está em andamento nas ruas de Juiz de Fora.

Confira os principais pontos da entrevista coletiva:

Fórum em Defesa da Vida em Juiz de Fora

“Conversei durante todo o dia com as mais diferentes representações da sociedade para tratar da crise sanitária e também da crise econômica e social. Está claro que as soluções que nós temos encaminhadas precisam ser revistas. É preciso assegurar eficácia não apenas no combate à pandemia, mas também garantir condições de trabalho e renda para as pessoas, inclusive as mais infortunadas e desprotegidas, exatamente aquelas que vêm se expondo, seja por necessidade profissional, seja por falta de opção. Em função disso fica claro que nós precisamos mobilizar a sociedade em favor de uma repactuação. E essa repactuação vai envolver a diferenciação de restrições para cada setor da vida social que assumirá também responsabilidades no sentido de promover, no seu âmbito, a segurança sanitária. A Prefeitura, evidentemente, vai cobrar de forma rigorosa as condições desse pacto que está sendo construído. Nós vamos nesta terça-feira, às 17 horas, com ampla representação da sociedade, da Prefeitura, do Município, tanto do poder Executivo quanto do poder Legislativo, criar o Fórum em Defesa da Vida em Juiz de Fora. E, nessa reunião de amanhã, vamos indicar os encaminhamentos para essa construção conjunta”.

Choque de Zeladoria

“Sobre o choque de zeladoria, a “operação Boniteza”, ela, na verdade, começou como uma operação SOS em função das chuvas do final de semana. Tivemos que lidar com muitas dificuldades, mas numa ação coordenada da Demlurb, com a Secretaria de Obras, com a Empav, Cesama e inclusive outras secretarias que tiveram que ser acionadas como a Secretaria de Saúde, a Secretaria de Esporte, conseguimos atender ao máximo de demandas possível. Isso foi um ponto muito positivo no início do nosso mandato, principalmente em função da dedicação dos servidores”.

Mesa de Mediação e Solução de Conflitos

“Há outras duas importantes notícias que precisamos de dar à sociedade. Uma delas é a instalação da Mesa de Mediação de Conflitos. Estamos criando essa figura por decreto que é justamente para oferecer uma Mesa de Mediação e Solução de Conflitos, ou seja, um fórum para resolvermos os problemas que surgem no dia a dia da cidade. Essa mesa vai ser inaugurada com o problema da obra viária no Poço Rico. Vamos ter participando dessa mesa a comunidade do Poço Rico, a MRS, a mediação da Prefeitura, entre outros setores. Disse que trataríamos disso imediatamente no meu discurso de posse e estou cumprindo com a minha palavra. Na quinta-feira teremos a instalação dessa mesa, às 16 horas”.

Sobre o Secretariado

Diante do questionamento a respeito de ação do Tribunal de Contas da União (TCU), em relação ao então Secretário de Políticas de Ações Afirmativas, Martvs Antônio Alves das Chagas, a Prefeitura Municipal de Juiz de Fora (PJF) esclarece alguns fatos.

Toda autoridade que ocupa cargo público, especialmente no âmbito do Governo Federal, enfrenta constantes e legítimos questionamentos dos órgãos de controle, dentre eles, o Tribunal de Contas da União. A Prefeitura de Juiz de Fora ressalta que, neste caso específico, o Secretário Martvs Chagas não se encontra em situação de irregularidade perante o TCU, informação verificável pelo acórdão TC015.192/2011-3.

No início da manhã, a prefeita de Juiz de Fora, no exercício de suas prerrogativas, tornou sem efeito o ato que nomeou a engenheira Patrícia Pereira Veras para o cargo de Secretária de Transporte e Trânsito de Juiz de Fora.

O ato em questão atendeu a todos os pressupostos da legalidade constitucional da Lei da Ficha Limpa. Entretanto, o propósito de compor uma equipe sobre a qual não paire dúvidas e nem suscite controvérsias motivou a referida revogação

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