A prefeitura de Juiz de Fora vem notando irregularidades na operação da empresa GIL desde de meados do fim de 2019, com faltas de ônibus nas operações definidas pela prefeitura, onde a empresa ao assinar o contrato de concessão de 2016 junto com a Empresa tusmil formando o lote 2 de operação (Consórcio Manchester) assumia a responsabilidade de operação das linhas definidas.

A GIL foi punida perdendo temporariamente 5 de suas linhas para a empresa TUSMIL, linhas que foram campeãs de reclamações e de autos de infrações entre a prefeitura e a empresa, a Prefeitura de Juiz de Fora cobra justificativa da empresa pelas faltas de ônibus nas operações definidas, e afirma que a empresa GIL pode perder toda sua operação junto ao contrato de concessão a qualquer momento caso as irregularidades operacionais e legais continuem acontecendo. Os usuários que notarem irregularidades na operação das empresas que prestam o serviço urbano da cidade devem enviar um e-mail para settraatende@pjf.mg.gov.br.

As linhas que a GIL perdeu temporariamente foram: 302,306,413,430 e 431. A operação da TUSMIL deve iniciar na segunda (12). Podendo perder mais linhas caso continue com irregularidades operacionais.

De acordo com a prefeitura a população não pode ser prejudicada pelas faltas nas linhas operadas pela empresa.

NOVA PARALISAÇÃO E ATRASOS EM SALÁRIOS

A empresa Goretti Irmãos LTDA, voltou a atrasar o pagamento de seus funcionários neste mês, o Sindicato (SINTTRO), conseguiu uma liminar cobrando o pagamento dos salários atrasados em até 5 dias úteis com pena de multa para o Consorcio Manchester.

O pagamento referente a Setembro deveria ter sido efetuado pela empresa na ultima Quarta(07), não sendo paga a quantia necessária aos cerca de 600 funcionários da empresa.

“O Sinttro segue em alerta com a possibilidade de atraso também no pagamento do ticket alimentação dos funcionários, que vence no sábado (10). Por outro lado, de acordo com o presidente, o sindicato já reivindica na Justiça o retorno no pagamento do plano de saúde, paralisado há cerca de oito meses pela Gil. “Eles estão sem cobertura, não conseguem consultar ou fazer exames”, afirma Evangelista.

Apesar de priorizar a resolução dos entraves na Justiça, o líder sindical não descarta novas paralisações. “Mas estamos tentando resolver por via judicial para não prejudicar nem o trabalhador e nem a população”, alerta Vagner Evangelista.”

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